quarta-feira, março 07, 2007
domingo, março 04, 2007
sábado, março 03, 2007
Reflexões avulsas: O vil metal

O dinheiro pode comprar uma cama, mas não o sono;
Livros, mas não a inteligência;
Alimentos, mas não o apetite;
Uma casa, mas não um lar;
Medicamentos, mas não a saúde;
Luxos, mas não a cultura;
Divertimentos, mas não a felicidade;
Um passaporte para qualquer lugar, mas não para o Paraíso.
O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país, que é o único que tem essa atribuição. É também a unidade contábil. Seu uso pode ser implícito ou explícito, livre ou por coerção.
A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. É um fenômeno do mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceitos atualmente são aqueles produzidos e sancionados pelos governos. A maior parte dos países possuem um padrão monetário específico — um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas exceções são o euro (usado por diversos países europeus) o o dólar (utilizado em todo mundo).
O dinheiro em si é um bem de escassez. Muitos itens podem ser usados como dinheiro, desde metais e conchas raras até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros.
Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo -- uma abstração. As notas são o tipo mais comum de dinheiro utilizado presentemente, no entanto bens como ouro e prata mantém muitas das características essenciais de ser dinheiro.
A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. É um fenômeno do mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceitos atualmente são aqueles produzidos e sancionados pelos governos. A maior parte dos países possuem um padrão monetário específico — um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas exceções são o euro (usado por diversos países europeus) o o dólar (utilizado em todo mundo).
O dinheiro em si é um bem de escassez. Muitos itens podem ser usados como dinheiro, desde metais e conchas raras até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros.
Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo -- uma abstração. As notas são o tipo mais comum de dinheiro utilizado presentemente, no entanto bens como ouro e prata mantém muitas das características essenciais de ser dinheiro.
Dinheiro in http://pt.wikipedia.org
quinta-feira, março 01, 2007
Adivinha quem voltou?
Será, naturalmente, candidato à liderança do CDS e propõe-se liderar a oposição, aproveitando-se do vazio que há, actualmente, no PSD.
Goste-se ou não, o ex-ministro da defesa é já um peso pesado da vida política portuguesa e, mesmo à frente de um partido pequeno, um adversário de respeito.
Portas regressa dois anos depois. Emagreceu (o que lhe dá um aspecto mais novo) e continua vestir bem e a apostar claramente na imagem.
Ao nivel do discurso político, Portas será sempre uma dor de cabeça para Sócrates e qualquer ministro deste Governo. Costuma escolher sempre temas que interessam ao seu eleitorado, ou a sectores onde pretende conquistar votos. Materializa muito bem conceitos e ideias chave que, por vezes, repete até à exaustão. É demolidor nas críticas. O seu modo de falar é simples e perfeitamente entendido por qualquer português médio.
Além disso, com O Independente, em parceria com Miguel Esteves Cardoso, influenciou uma geração que, mesmo sem o assumir directamente, adoptou o mesmo estilo irreverente, moderno e cosmopolita. Muitos o fizeram depois, mas não há dúvida que eles foram pioneiros.
Com uma oposição enfraquecida, O Independente também foi a principal arma de arremesso contra Cavaco e o PSD. Mas isso é outra história...
Contra um certo cinzentismo instalado na oposição, o regresso de Portas deve ser saudado.
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