domingo, março 04, 2007

sábado, março 03, 2007

Ainda a concorrência

Divórcios pela internet...
Sem comentários, ver http://www.divorcionet.pt/

A concorrência é tramada...


Reflexões avulsas: O vil metal


O dinheiro pode comprar uma cama, mas não o sono;

Livros, mas não a inteligência;

Alimentos, mas não o apetite;

Uma casa, mas não um lar;

Medicamentos, mas não a saúde;

Luxos, mas não a cultura;

Divertimentos, mas não a felicidade;

Um passaporte para qualquer lugar, mas não para o Paraíso.




O dinheiro é o meio usado na troca de bens, na forma de moedas ou notas (cédulas), usado na compra de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras, emitido e controlado pelo governo de cada país, que é o único que tem essa atribuição. É também a unidade contábil. Seu uso pode ser implícito ou explícito, livre ou por coerção.
A emergência do dinheiro não depende de uma autoridade central ou governo. É um fenômeno do mercado; na prática, entretanto, os tipos de moeda mais aceitos atualmente são aqueles produzidos e sancionados pelos governos. A maior parte dos países possuem um padrão monetário específico — um dinheiro reconhecido oficialmente, possuindo monopólio sobre sua emissão. Algumas exceções são o euro (usado por diversos países europeus) o o dólar (utilizado em todo mundo).
O dinheiro em si é um bem de escassez. Muitos itens podem ser usados como dinheiro, desde metais e conchas raras até cigarros ou coisas totalmente artificiais como notas bancárias. Em épocas de escassez de meio circulante, a sociedade procura formas de contornar o problema (dinheiro de emergência), o importante é não perder o poder de troca e compra. Podem substituir o dinheiro governamental: cupons, passes, recibos, cheques, vales, notas comerciais entre outros.
Na sociedade ocidental moderna o dinheiro é essencialmente um símbolo -- uma abstração. As notas são o tipo mais comum de dinheiro utilizado presentemente, no entanto bens como ouro e prata mantém muitas das características essenciais de ser dinheiro.



quinta-feira, março 01, 2007

Adivinha quem voltou?

Paulo Portas anunciou hoje que vai regressar à vida política activa.

Será, naturalmente, candidato à liderança do CDS e propõe-se liderar a oposição, aproveitando-se do vazio que há, actualmente, no PSD.

Goste-se ou não, o ex-ministro da defesa é já um peso pesado da vida política portuguesa e, mesmo à frente de um partido pequeno, um adversário de respeito.

Portas regressa dois anos depois. Emagreceu (o que lhe dá um aspecto mais novo) e continua vestir bem e a apostar claramente na imagem.
Ao nivel do discurso político, Portas será sempre uma dor de cabeça para Sócrates e qualquer ministro deste Governo. Costuma escolher sempre temas que interessam ao seu eleitorado, ou a sectores onde pretende conquistar votos. Materializa muito bem conceitos e ideias chave que, por vezes, repete até à exaustão. É demolidor nas críticas. O seu modo de falar é simples e perfeitamente entendido por qualquer português médio.

Além disso, com O Independente, em parceria com Miguel Esteves Cardoso, influenciou uma geração que, mesmo sem o assumir directamente, adoptou o mesmo estilo irreverente, moderno e cosmopolita. Muitos o fizeram depois, mas não há dúvida que eles foram pioneiros.

Com uma oposição enfraquecida, O Independente também foi a principal arma de arremesso contra Cavaco e o PSD. Mas isso é outra história...

Contra um certo cinzentismo instalado na oposição, o regresso de Portas deve ser saudado.

Fernando, o forcado exorcista (A falta que um serviço destes faz em Lisboa!!!!)